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Como ser um Templário

 

Características  de um Cavaleiro Templário

 

O Cavaleiro Templário, é aquele que é capaz de sacrificar sua própria vida na defesa de causas aparentemente perdidas, há de ser uma esperança para o mundo. Deve acudir sempre a chamada daqueles  que duvidam, ou tem fome e sede de uma evolução mais ampla, de uma melhor aproximação a Deus.

 

O Cavaleiro deve renunciar na medida do possível,  toda ideia de possessão egoísta com só o animo de beneficio próprio.

 

Os Templários do passado, apesar de ser uma Ordem rica e próspera, eram pobres e nada possuíam que não fosse aquilo que a Ordem lhes entregava para cobrir suas necessidades mais essenciais. Aos templários lhes uniam laços de fé e amor fraternal, tendo em conta como fim cumprir com a defesa da fé católica. Portanto, e seguindo seu exemplo, os Templários do novo milênio devem de comprometer-se a levar una vida exemplar de verdadeiros cavaleiros do Templo, defendendo a fé cristã e  amando como Cristo nos amou.

 

O Cavaleiro Templário procurará ter um temperamento mesurado e harmónico para facilitar o trato e a convivência, tratando de ser organizado e disciplinado para controlar qualquer rasgo de egocentrismo, de fato a humildade  e o sacrifício pelo próximo deve de ser sua porta ao céu.

 

O Cavaleiro templário não perde de vista a sí mesmo, sempre tentará melhorar em suas debilidades, ganhar suas batalhas internas, para assim poder ganhar suas batalhas externas.

 

A capacidade de viver com fé e caridade deve criar um nível de fortaleza em sí mesmos e ao mesmo tempo ser capazes de criar um compromisso pessoal que lhes aporte a fortaleza suficiente para defender-se de qualquer agressão individual ou coletiva. No caminho espiritual não se lhes pede que sejam servis, brandos ou mornos, ao contrario, a justiça ou o ser justo as vezes o leva ter firmeza e lutar pelas convicções ainda que isso signifique enfrentar-se a ordem estabelecida. É por isso que o Cavaleiro Templário mostrará uma firmeza interna confiada e convencida que não se deixa vencer nem humilhar pela injustiça ou pelos ataques externos, lutando pelo que considera justo e bom, ainda que seja questionado pelos demais. Em definitivo, o Cavaleiro deve atuar sempre conscientemente.

 

Ante a sociedade, o Templário deverá mostrar coerência pessoal e estilo de vida em contraposição a desvalorização mundana, a dessacralização profana, e a falta de sensibilidade, acrescentando em seu estilo de vida a madurês para atuar como indivíduos com ideais e motivações próprias da Ordem, em vez de deixar-se arrastar pela massa social e suas tendências materialistas e consumistas. É por isso que o Templário procurará renunciar dentro do possível o apego que em ocasiões proporciona as coisas materiais. Deverá desfrutar das coisas, porém sem ater-se a elas, nem escravizar-se. Assim seria benéfico que o Cavaleiro se propusera manter certo equilíbrio entre as necessidades materiais e espirituais.

 

O Cavaleiro deverá ter em conta em todo o momento o lema Templário, “Não em nosso nome Senhor, se não em Teu nome para toda a gloria”, deve ter sempre os olhos em Deus, e não centrar-se tanto nele, na Ordem, pois tudo o deve fazer por Ele e para Ele.

 

O aspirante terá que demonstrar que concede um grande valor aos esforços realizados para dominar os aspectos de debilidade de sua atuação e que, por tanto, seu desejo de ser melhor e mais útil é um desejo prioritário.

 

É assim como poderá compreender os estados morais de seu novo estado, o de Cavaleiro do Templo, nos que sobressai o amor a Cristo e a sua igreja, e o amor os irmãos, a humildade, a oração, a temperança, a caridade e o estudo constante, são valores que todo cavaleiro deve realizar dia a dia. Já não bastará parecer, haverá que ser. Haverá que marcar-se os seguintes objetivos:

 

  • Esforçar-se constantemente em melhorar cada dia, estudando e trabalhando por Deus nosso Senhor.
  • Estreitar os laços de fraternidade entre os Irmãos.
  • Defender o cristianismo frente a seus agressores.

 

E finalmente, se ajoelha com o joelho esquerdo sobre o solo e com sua mão direita sobre seu peito e a esquerda sobre sua espada, dirige o olhar à Deus e promete defender a  cristandade consagrando-se a Deus com um grande valor, e a sua vez um rigor para os demais que lhe fará esquecer-se de si mesmo e de seu apego mundano.

 

“Non nobis domine, non nobis, sed nomine Tuo da gloriam.”

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