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O.T.D. Brasil2018-07-18T13:51:03+00:00

SAGRADA ORDEM MAGDALENITI  DOS CAVALEIROS DE NOSSA SENHORA DO TEMPLO, TEMPLUM DOMÍNIOS ORIENTALE O.T.D. + M. M.

 

Com o fim da Ordem dos Templários em 1314, os cavaleiros sobreviventes procuraram refúgio e protecção nos Patriarcados orientais, e afinidade perfeita e devoção se fundiu com Mariani cavaleiros e cavaleiros dedicadas a St. Helena Augusta Bizâncio e Santa Maria Maddalena , Apóstolo dos Apóstolos, continuando a antiga tradição do culto dos guardiões Tre Marie do Mistério do Templo de Salomão.

Muitos da Milícia do Templo espalhados por toda parte. Alguns Maddaleniti colocaram-se sob a proteção de Isaac II Ângelo Comneno, que flui na milícia Constantino no início, e mais tarde (1472), sob a proteção de Ivan III, o Grande, Grão-Duque da Rússia, que por lei o casamento com Sophia, neta de ‘ último imperador Paleólogo de Bizâncio, recebeu um dote de muitas ordens de Cavalaria do Oriente, incluindo a Ordem de S. Giorgio e que de Jerusalém, promovendo assim a absorção do mesmo à Casa imperial da Rússia.

 

SACRO ORDINE DEI CAVALIERI MAGDALENITI DI NOSTRA SIGNORA DEL TEMPIO, TEMPLUM DOMINI ORIENTALE – O.T.D.+M.M.

Con la fine dell’Ordine Templare nel 1314, i Cavalieri superstiti cercarono rifugio e protezione nei Patriarcati d’Oriente, e per affinità ideale e di devozione si fusero con i Cavalieri Mariani e i Cavalieri devoti a Sant’Elena Augusta di Bisanzio e a Santa Maria Maddalena, Apostola Apostolorum, perpetuando l’antica tradizione del culto delle Tre Marie custodi del Mistero del Tempio di Salomone.
Molti i Militi del Tempio dispersi per ogni dove. Taluni Maddaleniti si posero sotto la protezione di Isacco II Angelo Comneno, confluendo nella Milizia Aurata Costantiniana dapprima, e successivamente (1472) sotto la protezione di Ivan III il Grande, Granduca di Russia, il quale per diritto matrimoniale con Sophia, la nipote dell’ultimo Imperatore Paleologo di Bisanzio, ricevette in dote molti Ordini Cavallereschi d’Oriente, tra cui l’Ordine di S. Giorgio e quello Gerosolimitano, favorendo così l’assorbimento degli stessi alla Casa Imperiale Russa.

 

INICIAÇÃO NA ORDEM DOS CAVALEIROS TEMPLÁRIOS:
Procedia-se a um exame completo dos recém-chegados ante o Tribunal dos Doze Irmãos Maiores, lendo-se anteriormente as Regras. O cenário habitualmente era a Igreja da Ordem, com as velas acesas ao cair a noite.

O candidato aguardava numa sala contigua. Levava uma túnica branca, seu cabelo sempre estava a descoberto, Ainda que levasse uma espécie de semi véu da mesma cor, e estava completamente desarmado.

Num dado momento, iam busca-lo dois Cavaleiros de mais idade para formular lhe duas perguntas: ”Como vos chamais? Que intenções os trouxeram a nos, quando sabeis que vais a submeter-vos nesta milícia a duros trabalhos, a combates que podem arrebatar-lhes a vida e, a por sua vez, os vereis obrigados a manter uma existência na que não podereis gozar de nenhum dos prazeres do mundo exterior?”

No caso de que o candidato em questão respondesse de forma e maneira convincente, a dupla de primeiros examinadores, voltava com os outros dez cavaleiros que completavam o Capitulo.

Explicavam o sucedido com umas palavras ritualizadas em seguida se fazia entrar o candidato na Igreja. Este devia se apresentar da forma mais humilde, ato seguido se lhe faziam as primeiras aclarações e depois de escutar suas breves respostas probatórias, continuava-se deste modo:

”Irmão, nunca as de ingressar na Ordem com o desejo de conseguir riquezas, nem honrarias, tampouco por que pensas  vais a estar num plano mais alto ou podereis encontrar-te rodeado de comodidades. Tende em conta de que se lhes exigirão três coisas: A primeira é que deixeis atrás os pecados do mundo, a segunda que estejas a serviço de Nosso Senhor e a terceira que sereis o mais pobre dos mortais, e sempre estará submetido a una penitencia pela salvação de vossa alma. Nada mais que por este motivo deveis solicitar vosso ingresso.
Estás disposto durante todos os dias de vossa vida, desde hoje em  adiante, a converter-vos em servidor y escravo da Ordem? Vos achais disposto a renunciar a vossa vontade para sempre, obedecendo todo o que vosso comandante disponha em todo momento?”

O recém-iniciado devia responder: “Sim Senhor; Se Deus me o permite”.

Chegados a este ponto, o candidato devia ser levado para fora da Igreja. Ato seguido o Mestre se adiantava, punha as mãos sobre os Evangelhos e com voz firme se dirigia ao Capitulo com estas palavras:

“No caso de que algum de vos conhecesse uma ou varias causas pelas quais este homem não merecesse ser um irmão nosso que o declare agora mesmo, por que será melhor escutar agora que não quando o aspirante volte a encontrar-se ante nossa presença”…

Desejais que lhe façamos regressar em nome de Deus?”
Normalmente respondiam: ”Que regresse em nome de Deus”

E uma vez o candidato voltava a encontrar-se ante o Capitulo da Ordem, fazia publica renuncia a sua vida anterior e aceitava converter-se num escravo da Ordem. Ato seguido o Mestre lhe fazia varias perguntas que concerniam a sua condição militar, a seu estado social, a sua saúde, se tinham dividas ou lhe moviam outros interesses.

Como o normal é que todas as respostas fossem afirmativas, se lhe obrigava a fazer seus votos desta maneira:
”Irmão, ouça com atenção o que vamos a dizer Prometeis a Deus e a Nossa Senhora que desde hoje mesmo até o final de vossos dias cumprireis as ordens do Mestre do Templo e dos Comandantes que sejam vossos superiores? Prometeis a Deus e a   Santa Maria que sempre de uma forma absoluta e sem nenhuma concessão, mantereis permanentemente vossa castidade? Que vivereis sem que nada os pertença? Que os encontrareis em condições de seguir e respeitar as boas maneiras e costumes de nossa casa? Que estais disposto a ajudar a conquista de acordo a  força e o poder que Deus os haja dado, da Terra Santa de Jerusalém? Que nunca abandonareis nossa Ordem, nem por uma causa forte ou fraca, nem por um motivo pior ou melhor? ”

Nada mais escutar estas novas afirmações o candidato já era admitido na Ordem do Templo. Se lhe recordava que solo teria direito a pão e agua, a uma pobre roupagem, a uma cama muito simples, a viver quase na miséria e a realizar uns duros trabalhos.

Por último se lhe entregava o manto dos Templários, uma cruz e uma espada. Uma vez os havia recolhido, o Mestre e o Capelão lhe davam o beijo da Fraternidade e se rezava o Hino que era comum em quase todas as Ordens Religiões.

Desta maneira se dava por concluída a cerimônia de ingresso do candidato, que já passava a ser um Templário com todos os direitos e obrigações que os demais. Por logica devia de ater-se a um corto período de aprendizagem e de adaptação a sua nova vida. Nunca se lhe deixava só, e a seu lado ia o melhor professor. Ainda que, como todo o mistério referente aos templários, dizem que não se sai com ciência certa, qual era o rito de iniciação da ordem dos cavaleiros templários.

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